quarta-feira, 10 de abril de 2013

SALADAS


por Mirley - Chef do Bistrô SaborSaúde Manaus


As saladas são preparações culinárias compostas por vários alimentos diferentes, muitas vezes com cores constrastantes e geralmente comidas frias. A palavra salada vem do latim para salgado, referindo o tempero – sal de cozinha – que pode ser o único elemento extra desta combinação, embora normalmente seja mais elaborado.

Existem dois tipos básicos de saladas:
  • As saladas à base de vegetais crus, normalmente com folhas verdes, por exemplo, de alface, agrião, chicória, ou outras e tomate, rabanetes, pepino, podendo levar ainda nozes ou outras frutas secas e temperadas com um molho não cozinhado à base de azeite (ou outro óleo) e vinagre ou sumo de limão;
  • As saladas à base de batatas cozidas (por vezes arroz, massas alimentícias) ou misturadas com outros vegetais crus, por vezes com pequenos pedaços de carne (principalmente fiambre) ou peixe e temperadas com um molho de maionese; pertence a este grupo a tradicional salada de atum.




Nas diferentes culturas as saladas são consumidas de formas diferentes, por exemplo:

Na França e nos restaurantes dos Estados Unidos (mas não em casa, nem quando se consome comida rápida), a salada é servida antes do prato principal, como uma espécie de aperitivo;

Em Portugal, a salada de alface (e suas variantes) é servida como um acompanhamento do prato principal, enquanto que o primeiro prato é muitas vezes a sopa;

Em Moçambique, muitas pessoas pobres das cidades comem apenas uma salada como a refeição principal do dia; a salada como refeição principal está igualmente a tornar-se comum nos países industrializados, mas como forma de variar a dieta, havendo inclusivamente restaurantes que servem exclusivamente saladas.

1- Possuem baixas calorias: ajudam com a perda de peso;
2- Fornecem vitaminas, minerais e fibras: auxiliando o bom funcionamento do organismo;
3- Contêm alto teor de água: hidrata o corpo, especialmente em dias quentes;
4- Exigem pouco tempo para o preparo: sendo uma refeição super prática;
5- Possibilitam a mistura de várias cores: tornando o visual bonito e atrativo;
6- São facilmente digeridas pelo organismo: proporciona uma sensação de bem estar após o consumo.
7- Permitem a combinação de diversos sabores e texturas: você pode deixá-la sempre ao seu gosto.






Fonte: wikipedia.org


Culinária do Amazonas


por Mirley Mônica - Chef do Bistrô SaborSaúde Manaus


A culinária do Amazonas dentre as outras do Brasil, foi uma das que mais conservou suas origens indígenas, com pouca influência portuguesa ou africana. É considerada uma das mais exóticas do país.

Por ser uma região de grandes rios, a culinária amazonense valoriza bastante alguns peixes, como o tucunaré e o pirarucu. É comum também o consumo da carne de tartaruga.

Muitos pratos típicos da região são acompanhados pelo pirão, uma espécie de massa de farinha de mandioca que é cozida em caldo de peixe.

A Amazônia é singular também pelas muitas frutas, algumas completamente desconhecidas em outras partes do Brasil. São utilizados o bacuri, o piquiá, a pupunha e o açaí (que hoje pode ser encontrado em cidades de todo o país e tem fama mundial), entre outras muitas frutas exóticas.





Pratos da culinária Amazonense:
  • Cupulate
  • Leite de castanha
  • Pato no tucupi
  • Paxicá
  • Tacacá
  • Tucupi
  • Vatapá




Fonte: wikipedia.org

terça-feira, 9 de abril de 2013

ORGANIZAÇÃO DO RESTAURANTE

por Mirley - Chef do Bistrô SaborSaúde Manaus


O restaurante é um estabelecimento comercial destinado ao preparo e comércio de refeições, normalmente servindo também todo o tipo de bebidas. Consiste de uma sala com mesas ou um balcão onde os clientes se sentam, uma cozinha e outras áreas de serviço. A comida e bebida é servida por garçons (ou empregados-de-mesa) e barmen.

O termo restaurante (do francês restaurant) surgiu no século XVI, com o significado de comida restauradora, e se referia especificamente a uma sopa. O uso moderno da palavra surgiu por volta de 1765 quando um parisiense conhecido por Boulanger (sobrenome comum, mas que significa padeiro em francês) abriu seu estabelecimento.

Antes de existirem restaurantes, o único local (excetuando-se as pousadas e tavernas) onde se podia adquirir comida pronta para consumo fora de casa era a cozinha de rua. Ela existe desde a mais remota antiguidade e persiste até os dias de hoje. Em alguns locais sua estrutura pode ser bem simples, contando apenas com uma bancada onde são colocados os ingredientes e uma fonte de calor para preparar a comida. Em outros há modernos veículos com iluminação, refrigeração, fogão e balcão (as lanchonetes, que não são verdadeiros restaurantes).

O primeiro restaurante como o conhecemos (com clientes escolhendo porções individuais em um cardápio, aguardando em suas mesas, com horários fixos ou não) foi a "Grande Taverne de Londres", fundado em 1782 por Antoine Beauvilliers, na rua de Richelieu, em Paris, que permaneceu 20 anos sem rival. Porém, segundo o Guiness Book, o restaurante mais antigo do mundo e ainda em funcionamento fica na Espanha, na calle de Cuchileros 17, Plaza Mayor (Madrid). Trata-se do Sobrino de Botín que fuciona ininterruptamente desde 1725, embora nos primeiros anos não fosse exatamente um restaurante, mas uma estalagem que recebia viajantes, mercadores, tropeiros. Pertencia ao cozinheiro francês Jean Botín e não ficava nesse endereço atual, mas na Plaza de Herradores, longe dali. Candido Remis, sobrinho do primeiro dono, batizou a casa com o nome atual, Sobrino de Botín.

Apesar das pousadas e tavernas serem conhecidas desde a antigüidade, estes estabelecimentos eram voltados a viajantes e, em geral, o povo das suas cidades raramente se alimentavam lá. O restaurante se firmou na França após a Revolução Francesa destituir a aristocracia, deixando um contingente de serviçais hábeis no trato com os alimentos, ao mesmo tempo em que muitos provincianos chegavam à cidade sem pessoas para cozinhar para elas, nem cartas de apresentação às famílias locais. O encontro desses dois públicos deu origem ao hábito de se fazer refeições fora de casa. Neste período, o chef Marie-Antoine Carême, segundo muitos o fundador da moderna culinária francesa, prosperou, se tornando conhecido como o cozinheiro dos reis e o rei dos cozinheiros.

Os restaurantes proliferaram rapidamente nos Estados Unidos, com a abertura do primeiro Jullien's Restaurator em Boston, em 1794, e espalharam-se posteriormente. Contudo, muitos continuaram com a abordagem habitual do "serviço à francesa", providenciando uma refeição partilhada na mesa onde os clientes serviam-se eles próprios, o que os encorajava a comer com rapidez. O estilo moderno formal de jantar, onde os clientes são servidos com a comida já preparada num prato, é conhecido como Service à la russe, pois consta ter sido introduzido em França pelo princípe russo Kurakin cerca de 1810, de onde se espalhou para Inglaterra e outros países.

BRIGADA DA COZINHA

A equipe de um restaurante é formada por uma brigada de profissionais em que cada um tem sua tarefa bem definida dentro de sua especialidade, todos comandados pelo Chef. Não é incomum referir-se a cada um deles pelo nome de sua profissão no idioma francês.

George Auguste Escoffier, chef francês, restaurateur, escritor e um dos maiores expoentes da culinária francesa moderna. Escoffier introduziu disciplina e organização à cozinha através da criação do sistema de brigada. A brigada da cozinha estabelece a hierarquia separando os colaboradores responsáveis pela preparação dos alimentos por setores.


Chef de cozinha:
  • Responsável pela brigada;
  • Organizar a cozinha;
  • Estabelecer os menus;
  • Levantar o custo dos alimentos;
  • Elaborar as fichas técnicas;
  • manter a higiene do local;
  • Supervisionar a produção de alimentos.



Subchefe ou sous-chef:
  • Dar apoio ao chefe em todas as suas funções e o substitui em sua ausência;
  • Exercer a função de instrutor juntos aos auxiliares;
  • Supervisionar o desempenho dos commis.

Commis:
  • Aprendiz ou ajudante de cozinha
  • Trabalhar sob supervisão do Sous-Chef

Aboyer:
  • Receber as comandas;
  • Ordenar a marcha dos serviços;
  • Despachar o pedido, fazendo uma avaliação final.

Saucier:
  • Exercer os trabalhos mais delicados: molhos, salteados e braseados (entradas, carnes, ensopados) e pequenas guarnições de acompanhamento.

Garde-manger:
  • Manter em dia as provisões da despensa (seca e a temperatura controlada – câmaras frias);
  • Porcionar os pescados, carnes e aves;
  • Supervisionar, renovar e repor o estoque da cozinha diariamente;
  • Preparar decorações elaboradas em frutas e verduras;
  • Preparar o menu de Saladas Frias e Quentes.

Entremetier:
  • Preparar as sopas, pratos com ovos, legumes frescos e secos;
  • Preparar alguns hors d´ouvre quentes: Quiche, suflê, etc.

Rotisseur:
  • Assar todos os alimentos de forno, grellha, espeto e fritos;
  • Cortar as batatas.

Patissier:
  • Executar todas as sobremesas, sorvetes, petit four e crepes;
  • Elaborar todos os tipos de massa para doces: massa de bomba, folhado e outros.

Poissonier:
  • Produz os pescados em geral (exceto os assados e fritos), bem como os molhos de pescados.

Boucher:
  • Cuidar do açougue, das carnes.
  • Limpar e posicionar carnes e aves.

Tournant:
  • Substituir cada chefe de praça quando da sua folga.

Chef de gard:
  • Responsabilizar-se pela cozinha, quando o restaurante ainda não está aberto ao público

Chefe steward:
  • Manter limpo todo o ambiente, desde os materiais da cozinha até as pias, bancadas, equipamentos, câmaras frias;
  • Solicitar material extra necessário para festividades.

Plongeur:
  • Realizar a limpeza pesada.






Fonte: wikipedia.org
           www.petitgastro.com.br








segunda-feira, 8 de abril de 2013

MARINADA

por Mirley - Chef do Bistrô SaborSaúde Manaus


A marinada é uma técnica culinária que consiste em colocar os alimentos numa mistura de temperos, muitas vezes na forma líquida, antes de cozinhar. Os ingredientes podem ficar a marinar desde alguns minutos até várias horas (geralmente durante a noite), também é um termo usado em alguns antros, para definir quando uma pessoa, falta com a verdade constantemente e age de forma incoerente e lasciva.

Esta forma de preparação dos alimentos deriva de alguns ingredientes, como certos cortes de carne e alguns vegetais serem de difícil cozedura e digestão e muitos temperos têm exatamente propriedades de contrariar essas caraterísticas.



Uma marinada muito simples é limão com sal – a base do ceviche, em que o alimento principal (geralmente peixe ou marisco) não necessita sequer ser cozido. Podem ser utilizados como líquido da marinada o vinagre, o vinho, o iogurte e sumos (sucos) de vários frutos. Os temperos também variam segundo o resultado final que se pretende: desde o alho à pimenta, passando por várias especiarias, eles vão igualmente fornecer ao ingrediente principal o seu sabor específico.

O Escabeche é outra forma de marinada, em vinagre, semelhante ao ceviche.

A vinhadalhos é uma marinada típica de Portugal, mas que deu origem a um prato da culinária da Índia, o vindaloo.



Fonte: wikipédia.org



GRELHADO

por Mirley - Chef do Bistrô SaborSaúde Manaus



Grelhar é uma técnica culinária que consiste em cozinhar os alimentos em lume vivo, como no churrasco, ou dentro de um forno. O nome desta técnica vem da grelha, o utensílio culinário mais usado para esta forma de cozinhar.

Em algumas formas, pode considerar-se que grelhar é sinônimo de assar, mas nos grelhados, os alimentos não podem cozinhar dentro de líquido ou junto com outros alimentos que deitem líquidos. No entanto, é normal pincelar o alimento na grelha com um óleo, a mistura da marinada, ou outro molho, que não deixe o alimento secar e, ao mesmo tempo, lhe melhore o sabor.

Os grelhados podem ser carnes, peixes ou vegetais e algumas formas muito típicas de juntar na mesma refeição vários tipos de alimentos todos grelhados são, por exemplo o bacalhau assado e a sardinha assada da culinária de Portugal, em que o peixe é muitas vezes servido com batatas e pimentos também grelhados.




Fonte: wikipedia.org

ESTUFADO

por Mirley Mônica - Chef do Bistrô Sabor Saúde Manaus



O estufado é uma técnica culinária que consiste em preparar alimentos, principalmente carne, numa panela com pouco líquido, geralmente uma pequena quantidade de gordura e, por vezes, cebola cortada. Distingue-se do assado, por este ser cozinhado em calor seco, dentro dum forno ou na brasa.



Normalmente, a peça de carne – tipicamente uma peça de carne para assar como por exemplo uma perna de borrego ou um acém – é passada rapidamente pela gordura quente para adquirir uma capa tostada e depois juntam-se os restantes ingredientes que fornecem a umidade e deixa-se cozinhar em fogo brando. Os ingredientes extra podem ir de apenas cebola cortada, que fornece um molho grosso e escuro, ervas aromáticas ou alho, até uma variedade de vegetais, grãos previamente cozidos, mariscos e até vinho ou caldo.


Um estufado com a quantidade de ingredientes referida acima assemelha-se a um guisado mas, por não iniciar com um refogado e ter uma cozedura lenta para apurar o molho, tem geralmente um sabor bem diferente do guisado. Em língua inglesa, a palavra que melhor descreve este processo é pot roast (que significa exatamente assar na panela) mas, por não haver na cultura da Europa do norte uma forma de cozinhar com base no refogado, a palavra braising refere-se a todos os alimentos preparados numa panela, incluindo os guisados. Este tipo de estufados tem um grande refinamento na cultura afrikaner (dos sul-africanos de origem francesa ou holandesa) – o potjiekos que significa cozinhar numa panela, mas referindo-se à antiga panela de ferro, o potjie.



Fonte: wikipedia.org


ESCABECHE

Por Mirley - Chef do Bistrô SaborSaúde Manaus


O Escabeche (do catalão escabetx) é uma forma de marinada em vinagre, visando à conservação e ao processamento de vários alimentos.

O escabeche era um modo rudimentar de conservar alimentos, como carnes, aves e peixes, especialmente para longas viagens, como as do descobrimento do Brasil por Portugal, por exemplo. A base do escabeche era o vinagre, que fazia um pré cozimento e conservava o alimento por meses sem deteriorar. Esse tipo de conservação deu origem a pratos na gastronomia, como por exemplo o Rosbife e o Carpaccio, todos crus, frios e à base do vinagre. No estado da Bahia - Brasil, o escabeche quente se tornou uma adaptação realizada pela culinária Afro-Baiana. Quando chegavam de Portugal as caravelas com as conservas em escabeche, as cozinheiras, que geralmente eram escravas, acrescentavam temperos frescos e cozimento à algumas destas conservas, como peixes por exemplo, além do leite de coco. Tornou-se então tradicional na culinária Baiana o escabeche. Os outros métodos que os Portugueses usavam para a conservação de alimentos durante as viagens até o Brasil eram a salga e a defumação.






Fonte: wikipedia.org